T-Systems abre um espaço no metaverso com foco na área de recrutamento de Profissionais.


A T-Systems é a marca de serviços corporativos da Deutsche Telekom. Como um provedor líder, com 56.000 funcionários, oferecendo soluções integradas de ICT através de uma única fonte. Para a T-Systems , “Integração” não significa simplesmente TI com Telecomunicações, mas sim um “Real ICT”, pois convergem as soluções de TI e Comunicações desde a fase inicial de desenvolvimento do negócio.

O Projeto T-Systems Enterprise Services GmbH SECOND LIFE consiste em um espaço no metaverso com foco na área de recrutamento de Profissionais de TI, pós-graduados, recém formados e um publico mais maduro.

A VM2 teve como objetivo desenvolver um espaço a ser mais uma fonte de recrutamento, oferecendo vagas de Real Life pelo Second Life, a comunicação com o público-alvo da empresa, um espaço atraente e com informações claras e interativas mostrando um mural com as vagas mais convidativas, uma fusão do exterior da unidade São Bernardo com o interior da unidade Faria Lima.

Todo o projeto para o Second Life está sendo desenvolvido pela Agência VM2. Para conferir acesse:
http://slurl.com/secondlife/Brasil%20Corporativo/102/36/25



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Uma viagem pela ilha empresarial mais comentada do Second Life Brasil. Assista aqui.

Por enquanto já podem conferir os outdoors do veículo na Brasil Corporativo, desenvolvida pela VM2 clicando aqui.

Reportagens
Revista Veja - Edição 2067 - 02/07/2008

Empresas começam a recrutar funcionários no ambiente virtual do Second Life

A funcionária T-Pink é uma das responsáveis pelo setor de recursos humanos na filial brasileira da empresa alemã T-Systems, uma das maiores do mundo na prestação de consultoria em tecnologia da informação. A executiva chama atenção pelas longas madeixas tingidas de cor-de-rosa, razão do apelido pelo qual é conhecida. Mas realmente inusitado a seu respeito é que T-Pink só existe no Second Life, mundo virtual na internet. Trata-se de um avatar que representa a empresa. Está programada para receber candidatos on-line e fazer uma primeira triagem, com base num roteiro de perguntas cujas respostas são avaliadas, junto com o currículo, por uma equipe de funcionários (de verdade). As demais entrevistas e dinâmicas de grupo se passam no mundo real. Nos últimos três meses, 1.500 candidatos foram avaliados por T-Pink e 144 deles seguiram na seleção. São 15% dos aspirantes a uma vaga na T-Systems, a primeira no Brasil a usar o Second Life com esse propósito. "A seleção ficou mais eficiente", diz André Vieira, diretor de recursos humanos.

Algumas empresas começaram a explorar o Second Life há dois anos, quando implantaram filiais on-line com o objetivo de divulgar produtos e a própria marca. Elas também já usavam sites de relacionamento, como Orkut e Facebook, em busca de informações sobre os candidatos. O recrutamento virtual é algo bem mais novo. Poucos meses atrás, Microsoft e Hewlett-Packard foram as primeiras a recorrer à internet para selecionar candidatos, nos Estados Unidos e na Europa. Estão interessadas no que diz uma recente pesquisa americana sobre os candidatos a emprego no Second Life: 80% deles têm pelo menos cinco anos de experiência no mercado de trabalho e adoram tecnologia. Ainda que nem todas as vagas ofertadas na internet sejam direcionadas a especialistas na área, observar os candidatos no ambiente virtual tem ajudado a encontrar profissionais com aptidões bastante valorizadas. Uma delas diz respeito à rapidez de raciocínio em frente ao computador. Outra remete à clareza no uso do idioma e, mais básico ainda, à capacidade de escrever sem cometer erros. Como as questões são respondidas no ato, não há oportunidade para eventuais correções.

O Second Life oferece outra vantagem – essa, de ordem financeira. Um espaço permanente no mundo virtual (ou "ilha", segundo o jargão) sai por algo em torno de 4.000 reais, além do dinheiro investido no desenvolvimento de softwares que determinam o formato da entrevista virtual e as perguntas que serão feitas pelo avatar da empresa a cada candidato. Mesmo assim, fazer a pré-seleção on-line custa um terço do valor de uma pré-seleção convencional. Essa economia se deve, basicamente, ao fato de a entrevista na internet dispensar os custos de manutenção de um espaço físico e tomar menos tempo dos funcionários – dez minutos apenas para a leitura das respostas. Com tudo isso, o Second Life tem se revelado uma ferramenta útil e, por isso, cada vez mais procurada. Diz Louis Vong, vice-presidente da TMP, uma das maiores empresas de recrutamento nos Estados Unidos: "A aplicação com sucesso do novo sistema já despertou o interesse de multinacionais de vários ramos de negócios, e não só de tecnologia". Tudo indica que virão muitas outras T-Pinks por aí.



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